quarta-feira, 18 de abril de 2012

de quem é a razão? (ninguém)



Ao limpar minha sala hoje pela manhã comecei a refletir sobre pessoas. Sim!
P-E-S-S-O-A-S
     E sabe, começei a tentar entender como é possivel que existam pessoas que se apeguem tanto à posição, títulos ou até mesmo se vangloriam às custas de outros ("Eu conheço o "fulano-de-tal"... aquele sabe, que ficou famoso por..."). O que me leva à pergunta: Porque as pessoas são tão fúteis? Sim... há uma  tamanha futilidade em se auto-afirmar. Não é suficiente o sujeito saber de si, não... é necessário que outras pessoas também tomem consciência disso. E por que? Sensação de superioridade? Talvez...
     Por outro lado, pensando mais um pouco, conclui que existe um outro grupo, com o seguinte discurso: "Renove-se! Reinvente-se! Arrisque!" Um discurso bonito e popular, não acha? Mas esse discurso me leva a outra consideração: Porque arriscar o titulo ou a posição por qual tanto lutou-se para alcançar? Isso me faz entender que as pessoas que possuem esse discurso não tem nada ao que se "agarrar" e por isso podem permitir-se "arriscar". Pensar nisso me leva a uma outra e final conclusão: Quando essas pessoas tiverem algo em que se "agarrar" não irão querer "arriscar" e entrarão na condição do primeiro grupo, julgando pois o discurso do segundo grupo, ao passo que esse segundo julga as atitudes do primeiro e... entendeu? não importa que se entenda, o que importa é se saiba que nessa brincadeira paradoxal chamada vida estamos todos na merda. (Cheira mal, não?)

sábado, 3 de março de 2012

comer em público


Já começou a comer algo na rua (tipo um lanche, salgado, ou algum tipo de coisa que é de comer...) e daí você para por um instante e sente uma vergonha interna porque talvez as pessoas ao redor estejam olhando? É como se existisse alguma placa, um tipo de código publico invisível que te impede de comer perto de outras pessoas se vc não se encontra em local apropriado para isso (tipo praça de alimentação, Bob's, McDonald's, Habbib's, ou então o trailer ali da esquina).

Aconteceu esse recorrente episódio comigo hoje. Era perto da hora do almoço, eu tinha estudado a manhã inteira e fiquei com uma vontade incontrolavel de comer pão de queijo. Bom, comprei o bendito e fui pro ponto (estava lotado!!!).
Daí, olhei ao redor e segui a seguinte linha lógica de raciocínio...

Pessoas sem noção fumam perto de mim e me deixam mais perto da morte (oras... riscos de cancer aumentados), se eu comer perto de alguém só vou deixar a pessoa querendo um pedaço (lógico que não vou dar). Então pro inferno 'código público invisivel'! Vou comer mesmo! Para de olhar e vai comprar o seu!

sábado, 31 de dezembro de 2011

último dia do ano


Então me responde aí se for capaz:

365 dias pagando impostos...
365 dias reclamando da vida...
365 dias querendo ter o que não pode...
365 dias nesse descompasso que as vezes gostamos de
chamar de vida...

Tá comemorando porque??

Sabe eu achei que não fosse escrever sobre isso, mas como sempre fui na rua e me deparei com o quê?? com a mais pura histeria humana!
Qual é o mistério por de trás do último dia do ano? assim, se você souber a resposta pode dizer.

"Ahhhh mais você então é contra festas! contra diversão!"...
Não! sou apenas contra a estúpidez humana! (pronto falei)

É lindo ver... as pessoas terminam o ano agindo como babacas e começam o ano agindo como babacas. Isso parece divertido?
Mas então vamos combinar o seguinte: quando você fizer um bem para a humanidade, quando você for tipo
um super-herói marvel e salvar o mundo... aí pode soltar fogos, eu deixo!

Até ano que vem... ou não.

sexta-feira, 2 de dezembro de 2011

coisas de fim de ano



Enfim Dezembro!!! Acha que estou alegre? mês chato, dos infernos, irritante! E antes que você se manisfeste contra minha opnião, leia o argumento primeiro, ou então saia do blog, eu realmente não me importo qual será sua ação...

     Pois bem, falemos então de Dezembro. A começar pelo fato desse fatidico mês me lembrar que o ano foi meio que uma bosta; e que tem todos aqueles panetones mas eu já não vejo mais graça (as coisas são sempre mais divertidas na infância); e tem todo aquele calor de verão, coisa mais infernal dos infernos.
Agora, uma coisa muito importante e necessária de ser lembrada sobre Dezembro é que as pessoas ficam completamente neuróticas, malucas e desequilibradas... (total). Primeiro porque é basicamente impossível andar na rua, toda aquela gente "muvucada" feliz, feliz por poder gastar o 13º salário, eeeee delícia. E tem uma coisa que as pessoas gostam de chamar de "espírito de final de ano" onde todos ficam simpáticos e querem ser gentis... eu tenho outro nome pra isso, prefiro chamar de "estado psicótico-lunático provocado por dezembro", porque afinal, se você quer ser simpático eu te pergunto: o que aconteceu nos outros 11 meses do ano?
     As pessoas ficam simpáticas porque tem mais dinheiro, porque querem ser convidadas paras as festas na casa de outras pessoas, porque ainda tem uma esperança de poder concertar toda a 'cagada' em um único mês e ganhar presentes do bom velhinho. (Eta vidinha linda!)
Dezembro é o mês que as pessoas acham que podem mudar de rumo, de vida, de personalidade... prometem milhões de coisas pro ano seguinte (esse ano devem prometer ainda mais porque 2012...). Enfim... mas toda essa 'coisinha fofinha' acaba justo em Janeiro, o salário acaba, as dívidas chegam, você descobre que alguém falou mal de você em algumas das festas que foi, com isso você provavelmente vai brigar com alguém e perder alguns amigos, perder todas as esperanças de que o ano será bom e volta ser alguém miserável e rabugento.

Então mês de Dezembro, não me engane com esses velhos truques. Chega de palhaçada!

segunda-feira, 28 de novembro de 2011

Especuladores! vão se...


Pessoas são estranhas, muito estranhas. E quanto mais eu penso na estranheza dos seres que me cercam mais eu acho tudo muito estranho. E com total certeza sou também uma pessoa estremamente estranha, mas não pelos mesmos motivos pelos quais considero outros estranhos, pelo qual estrou escrevendo esse emarranhado de palavras estranhas.

Existem diversos tipos e graus de estranheza (pude constatar isso por meio de experiência pessoal e observação empírica).

Um tipo de ser estranho que me dá calafrios de nervoso é aquele/ aquela sujeito, que não satisfeito com a vida tediosa e miserável que leva, quer se meter em sua vida! em seus assuntos! Aaaaah infortúnio!

Quero dizer... quando te perguntam algo, é possivel sentir aquele tom de especulação saltando pelas palavras a fora, pulsando na carótida. Pra que isso? Pra que? Pra que? Sei lá...
Mas sei que é preciso cuidado com o que e para quem se fala as coisas. Porque além de especuladoras, esses seres também tem a incrível capacidade de não entender nada. É incrível como são capazes de total ignorância.

Se metem em sua vida, querem tomar decisões por você, querem impor suas opniões... mas continuam sem entender nada!

Sobre "SER OU NÃO SER" minha questão é... fique na mesma se isso te fizer bem! Os outros não tem nada que ver com seus (meus) assuntos e ponto.
Desde que você não inflija nenhuma Lei, nenhum príncipio ético e moral e tenha bom senso tá tudo liberado!
Isso restringe, é claro, a lista a poucas possibilidades... mas elas ainda existirão e sou eu quem decide isso, e não outros por mim.

domingo, 27 de novembro de 2011

Ação e reação


Sabe quando você busca algo? Sabe quando você não sabe o que é exatamente esse "algo"? Como isso é estremamente Irritante!!!

Porque um dia você é uma pessoa normal (ou não), mas pelo menos sabe o que quer da vida. Mas o que fazer quando você acorda todas as manhãs, semana a semana... e nada... nada!

Frustação!

É essa a palavra correta? Nem sei mais.
Nem sei o que está certo, o que há de errado.. penso em mudar. Sabe aquela coisa você diz pra si mesmo: "Não, amanhã vai ser diferente." Bom, aí vai uma dica: Não é diferente droga nenhuma!
E por que não é? Não sei! Será que não quero? Será que não consigo?

O fato concreto e avassalador é que mudanças são necessárias, sair da zona de "conforto" é preciso. Se mexer... por as coisas pra funcionar, se arriscar. Permitir-se sentir, seja lá o que for que deva ser sentido.

Talvez a palavra apropriada para o dia, para o mês e para fases de profunda estagnação, seja: "Ação", do verbo Agir. É aquela coisa que só de pensar te deixa cansado, mais que é preciso aceitar, e agarrar isso.

Por que coisa é certa: Para toda ação há uma reação. É um princípio Newtoniano, e embora eu tenha minhas controvérsias particulares com Newton o cara tá certo! É um príncipio para a vida também!
Se você nunca Agir, como pode esperar que aconteça algo (reação)?

segunda-feira, 10 de outubro de 2011

Acho que as pessoas estão de Funestagem (de funesto)





(não era exatamente isso que gostaria de escrever, mas é o que posso fazer agora e nada mais), acompanhe aí:

Sabe, ''tava'' pensando hoje quando estava no ônibus (alias, ônibus é um dos locais na sua vida que vc pode pensar, isto é quando não tem um infeliz de um funckeiro com celular... outro lugar bom pra pensar é a privada da sua casa, o chuveiro também é uma boa opção), agora na verdade não sei se estou a pensar coerentemente porque algumas coisas estão me deixando "alta", mas deixa pra lá.
Eu estava pensando, esse é o fato, sobre a morte. E sim, porque não pensar sobre a morte? Somos tão mal preparados para a morte, não acha? eu acho!
Antes eu não tinha noção disso, na verdade, a primeira pessoa próxima que eu perdi foi minha bisa-avó, e eu tinha uns 9 anos (acho), foi muito estranho porque eu não conseguia perceber a velhice como um sinal para a morte. Nem sei o que pensei na época, só sei que não relacionei nada com velhice, e ela era avançada em anos... não percebia isso.
E quando você tem pessoas próximas que estão nessa 'fase', e quando você realmente entende tudo, passa a observar... e aí observa-se um olhar diferente, um abraço mais apertado (como se fosse o último a ser dado), uma conversa em forma de 'lição de vida' (como: aprenda comigo, eu passei por problemas, quero te ensinar antes que...)
E aí eu volto ao ônibus, no ínicio da minha reflexão. Haviam 3 senhores, 3 amigos conversando sobre... a morte, todos eles tinha por volta dos 70 anos ou mais e falavam sobre os amigos que já se foram etc (estavam funestando).
Meu pai já me disse várias vezes que minha 'linha da vida' é londa, e que viverei muitos anos, verei muitas coisas... mas nunca se sabe, um dia se está distraido e...
Pensei então que é melhor não disperdiçar opotunidades.