quarta-feira, 18 de julho de 2012

Síndromes em Redes Socias: O "Forever Alone"


Quando me refiro à redes sociais é claro que estou falando do Facebook, por que é claro, é essa rede que me conecto todo dia. Sim! sempre que ligo meu pc eu entro sim na minha pagina da rede. Eis a "big question": Porque estou criticando a tal rede? Veja, caro e cara (barato e barata também)... não é uma crítica à rede social (que a propósito é excelente para fins de trabalho e informação rápida), é uma critica sobre COMPORTAMENTOS dentro da Rede.
Mas daí você talvez contra-argumente: "Oras, se o perfil é meu eu me comporto como quero!"
Daí eu te digo: "Se seu comportamento porcaria aparece na minha "pagina principal", eu vou sim escrever um texto sobre isso. Fica pagando de babaca e ainda reclama...aff."

Uma Sindrome característica é a que muitos chamam, e por isso também adotei o nome, de "Forever Alone". Primeiro sintoma dessa sindrome maldita: postar fotos, vídeos, e todo tipo de porcaria e curtir o próprio status. Um grau avançado da maldição é postar algo, curtir esse "algo", fazer um comentário sobre e ainda por cima curtir o comentário. !@#$%¨&* (palavras não podem descrever o que se passa em meu lindo coração quando vejo um troço desses).
...
anyway... 
...
Vamos prosseguir com nosso diagnóstico. Uma outra vertente do "Forever Alone" é o sujeito que tem 200, 300, 400... amigos na listagem. Daí o infeliz posta algo como: "Ahh como sou infeliz" "Vontade de chorar..."
É claro né, é pra chorar mesmo! Diz que tem centenas de amigos mas não liga pra nenhum deles pra poder conversar, marcar de encontrar pessoalmente e ouvir boas coisas...nem que for pra ouvir nada, pelo menos pra rir (amigo bom faz isso). Quando esse tipo de status aparece duas coisas comuns acontece: o curioso comenta lá no status e tenta da forma menos descarada possivel saber do problema (sem a intenção de ajudar, porque se realmente quisesse te ajudar ia te ligar...); e o que pensa "ai que pobre coitado retardado"

What can i say...

segunda-feira, 23 de abril de 2012

coisas velhas e outras tralhas


De repente abri as gavetas de meu guarda-roupa e comecei:  essa eu não uso, essa eu uso, não uso, não uso, não uso, uso, uso... Depois de 10 minutos percebi uma pilha de roupas “não uso” jogada ao chão, e gavetas que pareciam inarrumáveis possuem agora espaço de sobra.
É bem comum ouvir pessoas dizerem quando se mudam de casa: “Poxa! Eu tenho tanta coisa e não sabia.” Na verdade não se tem tanta coisa. Não! Na verdade tem-se tralha, lixo, coisas que não usamos, mas mantemos lá, por comodidade. E não é apenas a respeito de objetos a que me refiro ao dizer que juntamos “tralha”. Pode-se transferir essa ideia para a vida, para o dia-a-dia.
Somos acumuladores naturais de lixo, isso é fato! Lixo de relações, lixo de emoções, lixo de sentimentos. Até que chega um gracioso momento em que a pessoas sente-se sufocada... mas não percebe que todo o lixo que é guardado acaba por ocupar espaço para novas coisas, novas experiências, novos encontros com a vida.
A ideia aqui é livrar-se de toda a tralha, tudo aquilo que te sufoca e faz mal. O desafio é apenas identificar o que de fato te faz mal... (as vezes pode ser muito difícil perceber essas coisas). Mas se acha a ideia muito radical, bom... você pode tentar arrumar as coisas velhas, reorganiza-las, compacta-las em algum canto. Quem sabe com isso sobre uns espaços para as tais “coisas novas”.
É claro que a teoria é muito lindinha (toda a teoria o é), porém essa consideração não é de todo ruim, de fato, pode até ser muito boa. Acho que no final, eu não deva estar tão errada, não é mesmo?

quarta-feira, 18 de abril de 2012

de quem é a razão? (ninguém)



Ao limpar minha sala hoje pela manhã comecei a refletir sobre pessoas. Sim!
P-E-S-S-O-A-S
     E sabe, começei a tentar entender como é possivel que existam pessoas que se apeguem tanto à posição, títulos ou até mesmo se vangloriam às custas de outros ("Eu conheço o "fulano-de-tal"... aquele sabe, que ficou famoso por..."). O que me leva à pergunta: Porque as pessoas são tão fúteis? Sim... há uma  tamanha futilidade em se auto-afirmar. Não é suficiente o sujeito saber de si, não... é necessário que outras pessoas também tomem consciência disso. E por que? Sensação de superioridade? Talvez...
     Por outro lado, pensando mais um pouco, conclui que existe um outro grupo, com o seguinte discurso: "Renove-se! Reinvente-se! Arrisque!" Um discurso bonito e popular, não acha? Mas esse discurso me leva a outra consideração: Porque arriscar o titulo ou a posição por qual tanto lutou-se para alcançar? Isso me faz entender que as pessoas que possuem esse discurso não tem nada ao que se "agarrar" e por isso podem permitir-se "arriscar". Pensar nisso me leva a uma outra e final conclusão: Quando essas pessoas tiverem algo em que se "agarrar" não irão querer "arriscar" e entrarão na condição do primeiro grupo, julgando pois o discurso do segundo grupo, ao passo que esse segundo julga as atitudes do primeiro e... entendeu? não importa que se entenda, o que importa é se saiba que nessa brincadeira paradoxal chamada vida estamos todos na merda. (Cheira mal, não?)

sábado, 3 de março de 2012

comer em público


Já começou a comer algo na rua (tipo um lanche, salgado, ou algum tipo de coisa que é de comer...) e daí você para por um instante e sente uma vergonha interna porque talvez as pessoas ao redor estejam olhando? É como se existisse alguma placa, um tipo de código publico invisível que te impede de comer perto de outras pessoas se vc não se encontra em local apropriado para isso (tipo praça de alimentação, Bob's, McDonald's, Habbib's, ou então o trailer ali da esquina).

Aconteceu esse recorrente episódio comigo hoje. Era perto da hora do almoço, eu tinha estudado a manhã inteira e fiquei com uma vontade incontrolavel de comer pão de queijo. Bom, comprei o bendito e fui pro ponto (estava lotado!!!).
Daí, olhei ao redor e segui a seguinte linha lógica de raciocínio...

Pessoas sem noção fumam perto de mim e me deixam mais perto da morte (oras... riscos de cancer aumentados), se eu comer perto de alguém só vou deixar a pessoa querendo um pedaço (lógico que não vou dar). Então pro inferno 'código público invisivel'! Vou comer mesmo! Para de olhar e vai comprar o seu!

sábado, 31 de dezembro de 2011

último dia do ano


Então me responde aí se for capaz:

365 dias pagando impostos...
365 dias reclamando da vida...
365 dias querendo ter o que não pode...
365 dias nesse descompasso que as vezes gostamos de
chamar de vida...

Tá comemorando porque??

Sabe eu achei que não fosse escrever sobre isso, mas como sempre fui na rua e me deparei com o quê?? com a mais pura histeria humana!
Qual é o mistério por de trás do último dia do ano? assim, se você souber a resposta pode dizer.

"Ahhhh mais você então é contra festas! contra diversão!"...
Não! sou apenas contra a estúpidez humana! (pronto falei)

É lindo ver... as pessoas terminam o ano agindo como babacas e começam o ano agindo como babacas. Isso parece divertido?
Mas então vamos combinar o seguinte: quando você fizer um bem para a humanidade, quando você for tipo
um super-herói marvel e salvar o mundo... aí pode soltar fogos, eu deixo!

Até ano que vem... ou não.

sexta-feira, 2 de dezembro de 2011

coisas de fim de ano



Enfim Dezembro!!! Acha que estou alegre? mês chato, dos infernos, irritante! E antes que você se manisfeste contra minha opnião, leia o argumento primeiro, ou então saia do blog, eu realmente não me importo qual será sua ação...

     Pois bem, falemos então de Dezembro. A começar pelo fato desse fatidico mês me lembrar que o ano foi meio que uma bosta; e que tem todos aqueles panetones mas eu já não vejo mais graça (as coisas são sempre mais divertidas na infância); e tem todo aquele calor de verão, coisa mais infernal dos infernos.
Agora, uma coisa muito importante e necessária de ser lembrada sobre Dezembro é que as pessoas ficam completamente neuróticas, malucas e desequilibradas... (total). Primeiro porque é basicamente impossível andar na rua, toda aquela gente "muvucada" feliz, feliz por poder gastar o 13º salário, eeeee delícia. E tem uma coisa que as pessoas gostam de chamar de "espírito de final de ano" onde todos ficam simpáticos e querem ser gentis... eu tenho outro nome pra isso, prefiro chamar de "estado psicótico-lunático provocado por dezembro", porque afinal, se você quer ser simpático eu te pergunto: o que aconteceu nos outros 11 meses do ano?
     As pessoas ficam simpáticas porque tem mais dinheiro, porque querem ser convidadas paras as festas na casa de outras pessoas, porque ainda tem uma esperança de poder concertar toda a 'cagada' em um único mês e ganhar presentes do bom velhinho. (Eta vidinha linda!)
Dezembro é o mês que as pessoas acham que podem mudar de rumo, de vida, de personalidade... prometem milhões de coisas pro ano seguinte (esse ano devem prometer ainda mais porque 2012...). Enfim... mas toda essa 'coisinha fofinha' acaba justo em Janeiro, o salário acaba, as dívidas chegam, você descobre que alguém falou mal de você em algumas das festas que foi, com isso você provavelmente vai brigar com alguém e perder alguns amigos, perder todas as esperanças de que o ano será bom e volta ser alguém miserável e rabugento.

Então mês de Dezembro, não me engane com esses velhos truques. Chega de palhaçada!

segunda-feira, 28 de novembro de 2011

Especuladores! vão se...


Pessoas são estranhas, muito estranhas. E quanto mais eu penso na estranheza dos seres que me cercam mais eu acho tudo muito estranho. E com total certeza sou também uma pessoa estremamente estranha, mas não pelos mesmos motivos pelos quais considero outros estranhos, pelo qual estrou escrevendo esse emarranhado de palavras estranhas.

Existem diversos tipos e graus de estranheza (pude constatar isso por meio de experiência pessoal e observação empírica).

Um tipo de ser estranho que me dá calafrios de nervoso é aquele/ aquela sujeito, que não satisfeito com a vida tediosa e miserável que leva, quer se meter em sua vida! em seus assuntos! Aaaaah infortúnio!

Quero dizer... quando te perguntam algo, é possivel sentir aquele tom de especulação saltando pelas palavras a fora, pulsando na carótida. Pra que isso? Pra que? Pra que? Sei lá...
Mas sei que é preciso cuidado com o que e para quem se fala as coisas. Porque além de especuladoras, esses seres também tem a incrível capacidade de não entender nada. É incrível como são capazes de total ignorância.

Se metem em sua vida, querem tomar decisões por você, querem impor suas opniões... mas continuam sem entender nada!

Sobre "SER OU NÃO SER" minha questão é... fique na mesma se isso te fizer bem! Os outros não tem nada que ver com seus (meus) assuntos e ponto.
Desde que você não inflija nenhuma Lei, nenhum príncipio ético e moral e tenha bom senso tá tudo liberado!
Isso restringe, é claro, a lista a poucas possibilidades... mas elas ainda existirão e sou eu quem decide isso, e não outros por mim.